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Programação

Exposições

A exposição de longa duração (inaugurada em novembro de 2021) tem como objetivo informar sobre o MUHCAB, conceituado como um museu de território – situado na Pequena África, tendo como marco zero o Cais do Valongo, Patrimônio Mundial.

EXPOSIÇÃO DE LONGA DURAÇÃO

A exposição "Protagonismos – memória, orgulho e identidade" pretende iluminar os caminhos que nos trouxeram até aqui, valorizando a memória dos nossos antepassados, o orgulho das nossas origens e de nossas identidades. Inspirados por nossos ancestrais, por sua potência, sabedoria e seu poder de criação e transformação, os curadores Erika Monteiro, Phelipe Rezende e Stephanie Santana, em diálogo com a equipe do MUHCAB, buscaram criar uma exposição que conta a história do negro para além da história da escravidão, sem negar o impacto e os horrores por ela produzidos, mas não permitindo que a experiência histórico cultural afro-brasileira se resuma a ela.

EXPOSIÇÕES TEMPORÁRIAS 

"Essa Minha Letra" - Lima Barreto e os Modernismos Negros

A FLUP 2022 resgatou o protagonismo de artistas negros do modernismo. Na narrativa hegemônica sobre a Semana de Arte Moderna de 1922, há um movimento concentrado em São Paulo e dominado pela elite branca. Hoje, percebe-se que a obra do escritor Lima Barreto, um dos homenageados da FLUP 2022, já trazia inquietações típicas do modernismo, como as reflexões sobre identidade nacional presentes em "O Triste Fim de Policarpo Quarema" (1915). Não à toa, o Museu da História e Cultura Afro-Brasileira (MUHCAB), uma das sedes da FLUP 2022, recebeu a exposição "Essa Minha Letra", inaugurando uma nova sala de exposições no MUHCAB – a sala de exposições temporárias – Mercedes Baptista. 

"Essa Minha Letra" foi inaugurada dia 18 de fevereiro, com a presença dos curadores Lilia Schwarcz, Jaime Lauriano e Pedro Meira Monteiro, que selecionaram 22 artistas plásticos e, cada um deles, exibe uma obra de arte inspirada em textos de Lima Barreto – fragmentos de romances, contos e crônicas. 

No texto curatorial, os curadores ressaltam a natureza irônica, militante e autobiográfica da obra de Lima Barreto, que já naquela época denunciava as mazelas do racismo e as consequências da escravidão. O autor morreu em novembro de 1922 afundado na miséria e no alcoolismo. Talvez, sequer tenha visto a manifestação da Semana de Arte Moderna. 

Por isso, a exposição pretende deslocar o olhar das comemorações do modernismo para Lima Barreto, por muito tempo esquecido pela crítica e pelo público. Entre os artistas selecionados estão Wallace Pato, Raul Mourão e Rafael Bbqueer. Após o período no MUHCAB, as obras devem ser espalhadas pelas ruas e escolas do Rio de Janeiro.

"Essa Minha Letra" - 22 Artistas e suas imagens sobre 22 fragmentos de obras de Lima Barreto                                                                                   

Até 21/05 - Quinta a sábado - das 10:00 às 17:00 horas 

 

"Nossa Luta" - A perseguição aos negros no Holocausto.

A mostra exibe 23 painéis e duas vitrines com textos e fotos sobre trajetórias de negros que viveram durante a ascensão do governo nazista na Alemanha. Um mini-documentário também compõe a coleção. 

Realizada pelo Museu do Holocausto de Curitiba com o apoio do Instituto Goethe, da Associação Sholem Aleichema (ASA), da Associação Religiosa Israelita (ARI), do Conselho Estadual dos Direitos dos Negros (CEDINE), do Centro de Articulação de Populações Marginalizadas (CEAP) e o Projeto Cine Educação, a exposição "Nossa Luta" já percorreu as cidades de Porto Alegre (RS), Balneário Camburiú (SC), Florianópolis (SC) e Curitiba (PR), e no Museu da Justiça (RJ), onde ficou por poucos dias em cartaz em decorrência da pandemia do COVID-19. E agora em parceria com a Secretaria Municipal de Cultura do Rio, reinicia jornada na Gamboa.

07/04 a 25/06 - Quinta a sábado - das 10:00 às 17:00 horas