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LOBINHA BRANCA - FÊMEA

LOBINHA BRANCA - FÊMEA

ZANGADO - MACHO

ZANGADO - MACHO

FOQUINHA - FÊMEA

FOQUINHA - FÊMEA

AMARELO - MACHO

AMARELO - MACHO

BELA - FÊMEA

BELA - FÊMEA

BRANQUINHO - MACHO

BRANQUINHO - MACHO

GELEIA - MACHO

GELEIA - MACHO

NEGÃO - MACHO

NEGÃO - MACHO

TIZIU - MACHO

TIZIU - MACHO

TOQUINHO - FÊMEA

TOQUINHO - FÊMEA

PESTINHA - MACHO

PESTINHA - MACHO

MALHADO - MACHO

MALHADO - MACHO

MACAQUINHO - MACHO

MACAQUINHO - MACHO

VITÓRIO - MACHO

VITÓRIO - MACHO

PANTERA - FÊMEA

PANTERA - FÊMEA

Adoção de Animais

Mais de 200 peludinhos estão nas duas unidades de zoonoses da Vigilância Sanitária aguardando por um novo lar

 

"Se minha casa fosse um pouco maior eu levaria", "Já tenho dois, não posso ter mais um", "Eu amei esse focinho, mas não tenho tempo para cuidar dele". Essas frases, muitas vezes sinceras, simbolizam a longa espera de um animalzinho disponível para adoção. Ao todo, a Secretaria Municipal de Saúde (SMS), por meio da Subsecretaria de Vigilância Sanitária e Controle de Zoonoses do Rio tem mais de 200 peludos à espera de um lar, que estão nas duas unidades veterinárias do órgão, o Instituto Municipal de Medicina Veterinária Jorge Vaitsman (IJV), que fica na Avenida Bartolomeu de Gusmão, 1.120, em São Cristóvão, e o Centro de Controle de Zoonoses Paulo Dacorso Filho (CCZ), que funciona no Largo do Bodegão, 150, Santa Cruz. Os bichinhos já estão castrados, vermifugados, vacinados e até microchipados aguardando a chegada de uma nova família, que para adotar basta escolher um responsável maior de idade, apresentar documento original com foto e comprovante de residência.

 

Nos últimos anos, a Coordenação de Zoonoses da Vigilância Sanitária mantém feirinhas de adoção de segunda a sexta-feira nas unidades veterinárias, com tratadores, residentes e médicos-veterinários caprichando no visual para que os animais toquem o coração de quem busca um, dois, até três para adotar. No entanto, como medida de enfrentamento à Covid-19, a atividade foi uma das muitas temporariamente suspensas, impactando no aumento do número de animais sem lar. Referência no atendimento de medicina veterinária no Brasil, o IJV tem atualmente quase 200 bichanos, mais de 100 deles fora da lista de adoção por estarem em tratamento ou serem filhotes que ainda não podem ser castrados. Já no CCZ são mais de 300 animais. É que, além do recolhimento de bichos envolvidos em acidentes ou em situação de maus-tratos, a unidade faz o resgate de cavalos, porcos, cabras e outros animais de médio e grande porte nas vias. Mas para adoção só mesmo os cães e gatos.

 

A médica-veterinária Márcia Rolim, subsecretária de Vigilância Sanitária do Rio, alerta que, antes de adotar, é fundamental que os interessados saibam das responsabilidades assumidas ao decidirem levar um bichinho para casa. Não só os especiais, mas todos eles.

 

- É muito importante que o adotante saiba o que significa levar um animal para casa. Nesse momento de isolamento, em muitos lares eles são a única companhia do dono e ajudam de uma forma muito especial a superar as dificuldades de se estar só. Mas cães e gatos vivem em média 15 anos, e não podemos imaginar que eles serão apenas uma distração. É preciso pensar no futuro, pois estamos falando de vidas que merecem todo o carinho, atenção e um tutor responsável - destaca Márcia Rolim. 

 

Como adotar

Para adotar, basta ter mais de 18 anos e apresentar um documento de identificação com foto e um comprovante de residência diretamente nas unidades de veterinária, de segunda a sexta-feira, das 10h às 16h. O IJV fica na Avenida Bartolomeu de Gusmão, 1.120, em São Cristóvão, no Complexo Zona Norte da Vigilância, e o CCZ no Largo do Bodegão, 150, em Santa Cruz, no Complexo Zona Oeste. A ida às unidades para o processo de adoção deve ser agendada pelos e-mails adote.visaijv@gmail.com ou adote.visaccz@gmail.com.

 

IJV e CCZ

O Instituto realiza uma série de cirurgias veterinárias e tem o único crematório público de animais da cidade do Rio, e até uma capela para as despedidas. Desde o início da atual gestão as castrações saltaram de 400, para 2,5 mil ao mês. E junto com o CCZ, desde o lançamento do Sisbicho em setembro de 2019, plataforma digital que viabiliza o Registro Geral de Animais (RGA) na cidades, foram colocados quase 6 mil chips em animais de toda a cidade apenas no primeiro mês, O RGA é o mais recente programa da Vigilância Sanitária, que em pouco tempo será a base para a criação de um censo animal no Rio de Janeiro.

 

Com a inauguração, no dia 12 de agosto de 2019, do centro cirúrgico veterinário do CCZ, a unidade passou a oferecer o serviço de castração e chipagem animal. Com isso pôde ampliar o número de adoções do Centro, uma vez que, castrar o animal faz parte da posse responsável.