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SME pavimenta parcerias em reunião com empresas e instituições de ensino e cultura

14/12/2017 11:06:00


Na manhã de ontem (dia 13), o secretário municipal de Educação, César Benjamin, reuniu-se com empresas, fundações, ONGs, universidades, museus e outras instituições para estabelecer um contato que pavimente o caminho de parcerias sistemáticas em 2018.

 

O encontro realizado na Escola de Formação do Professor Carioca Paulo Freire contou com a participação de representantes da Microsoft, da Fundação Getúlio Vargas, do Sebrae, dos institutos Lecca, Tom Jobim e Fernandes Figueira, da Liga Brasileira de Editores, das universidades Estadual e Federal do Rio de Janeiro, além dos museus do Amanhã, de Arte do Rio e Eva Klabin, entre outros.

 

No início da reunião, o secretário lembrou que alguns contatos já feitos com algumas dessas instituições, ao longo do ano, apontaram algumas possibilidades de parcerias que não se concretizaram, porque a SME ainda não tinha assumido a atual estrutura e equipes definitivas.

 

"Ficaram muitas possibilidades no ar e uma capacidade pequena de transformar as oportunidades em ações efetivas. Hoje, estamos aqui reunidos para que eu possa fazer uma breve apresentação da Secretaria Municipal de Educação e estreitar os laços iniciados este ano" , explicou o secretário.

 

Ao lado de Márcio Costa, diretor da Escola de Formação Paulo Freire, e Clara Costa, assessora de Planejamento, Benjamin falou sobre o gigantismo da Rede Municipal com suas 1537 unidades escolares que protegem, acolhem, alimentam e educam 650 mil alunos da creche ao final do Ensino Fundamental todos os dias, neles incluídos as crianças da Educação Especial e os estudantes da Educação de Jovens e Adultos.

 

O secretário ressaltou ainda que a SME funciona (e continuará a funcionar) sem qualquer tipo de interferência política partidária, voltada exclusivamente para a atividade fim, que é a educação pública no Rio de Janeiro. Lembrou também a grande crise fiscal vivida pelo Rio de Janeiro.

 

"A prefeitura e outras estâncias do Rio de Janeiro passam por uma grande crise fiscal. Só no município o corte de recursos foi de R$ 4 bilhões. Ainda assim, a SME conseguiu chegar ao final do primeiro ano sem uma grande crise ou colapso na educação.

 

César Benjamin também relatou algumas ações importantes implementadas após sua chegada, a exemplo da formação de um time de professores alfabetizadores, que tem a missão de derrotar o analfabetismo funcional na rede. Segundo ele, a secretaria já recebeu a adesão voluntária de 2500 professores, que vão trabalhar para garantir aos alunos das escolas da Prefeitura proficiência em leitura, na escrita e nas operações matemáticas, ao fim do segundo ano.

 

Ainda sobre o ciclo de alfabetização, o secretário listou algumas novidades para o ano letivo de 2018:cada uma das 198 turmas do primeiro ano terão, no máximo, 20 alunos e um estagiário, para ajudar o professor em suas atividades diárias. Psicólogos e assistentes sociais da SME acompanharão e darão prioridade às crianças desta faixa etária.

 

Outra iniciativa já em curso é a Orquestra Sinfônica Juvenil Carioca que fez a sua estreia no último dia 27 com uma apresentação na Cidade das Artes, na Barra da Tijuca. O objetivo é continuar disseminando o ensino da música na rede e formar 80 mil novos instrumentistas até 2020.

 

"Quero também expandir os Ginásios Vocacionados, criando escolas de música, de Ciências e de Matemática. As escolas bilíngues serão ampliadas. As de Português -Inglês, por exemplo, vão passar das atuais nove para 20 escolas. Está em nossos planos mais duas de Português- Espanhol, três de Português- Alemão e três de Português - Francês", revelou o secretário.

 

Benjamin também falou do empréstimo de R$ 150 milhões voltados para infraestrutura das escolas. Os recursos vão garantir a reforma completa de três escolas; a conclusão de sete que estão inacabadas e a reforma da rede física de outras 103 escolas, assim como a climatização e informatização das unidades.