Classificação de Risco Informatizada


Quem procura os serviços de emergência de uma das unidades geridas pela RioSaúde  tem uma novidade logo na primeira etapa do atendimento: o enfermeiro ou enfermeira da Classificação de Risco utiliza um equipamento e um programa desenvolvidos para aumentar a segurança e a rapidez do processo.

 

Nesta etapa inicial do atendimento, o objetivo é avaliar a gravidade de cada paciente e, assim, determinar a prioridade nas filas dos consultórios médicos. É um trabalho feito por enfermeiros, que além de ouvir as queixas do paciente, avaliam fatores como temperatura, batimentos cardíacos e pressão arterial.

 

É um processo que, no geral, demorava entre 6 e 8 minutos e que, com ajuda da tecnologia, caiu para 2 minutos por paciente e, mais importante, com maior precisão.

 

Como isso é possível? A chave está na padronização do atendimento. Tradicionalmente, o tempo de atendimento e a qualidade da classificação de risco dependem muito da experiência e da sensibilidade do enfermeiro. Já com o esta solução, as perguntas são sugeridas pelo aplicativo, e os sinais vitais são obtidos por medidores integrados ao aparelho. Assim, padroniza-se o roteiro de perguntas, tendo como base o protocolo usado pelo município, e diminuem-se os erros decorrentes da transcrição dos sinais vitais.

 

A iniciativa é pioneira na cidade do Rio de Janeiro, mas já foi testada em unidades públicas e privadas de outros municípios. A solução tem patente brasileira e é fabricada pela empresa mineira ToLife.