Prefeitura do Rio começa a mapear os vazios urbanos do Centro

Ação faz parte do programa Centro para Todos e deverá levantar dados de 4.700 endereços em três meses


05/12/2016 14:09:00


O projeto Centro para Todos, parceria da Prefeitura do Rio com a Bloomberg Associates, começa, a partir da próxima segunda-feira (28.11), a mapear os vazios urbanos da região do Centro Histórico da cidade. Coordenadas pelo Instituto Rio Patrimônio da Humanidade (IRPH), três equipes vão coletar dados de imóveis vazios e sem uso na região central do Rio. A expectativa é que, ao longo dos próximos três meses, sejam levantados 4.700 endereços.

 

A equipe técnica trabalhará nas nove áreas do programa Centro para Todos. No primeiro mês, serão levantados os vazios urbanos da região da Praça Tiradentes, do Centro Financeiro e da Praça XV. Nos dois próximos meses serão coletados os dados das seis áreas restantes – Cinelândia, Lapa, Cruz Vermelha, Saara, Castelo e Campo de Santana. As equipes vão registrar os dados coletados

 

O Centro para Todos foi lançado em 2015 pela Prefeitura do Rio com o objetivo de tornar a região central da cidade mais ordenada e conservada. No programa, equipes da prefeitura prestam serviços de forma planejada e integrada para transformar a imagem da região e atrais investimentos.

 

"O Centro para Todos quer tornar o centro ainda mais atrativo para todos. Esta região passou por uma grande transformação urbana nos últimos anos. Queremos um Centro sempre mais limpo, organizado, iluminado, bonito e seguro. Mapear os vazios urbanos facilitará a expansão de negócios, moradia e turismo da região", destaca o presidente do IRPH, Washington Fajardo.

 

O estudo quer abordar a problemática dos vazios urbanos e títulos de propriedade. O projeto conta com o apoio da Procuradoria Geral do Município e do Instituto Pereira Passos.

 

"Este mapeamento será um censo com a identificação e a caracterização de imóveis vazios e subutilizados. Por meio da coleta de dados será possível identificar áreas de interesse e traçar estratégias para aproveitar as edificações e terrenos abandonados ou subutilizados, que nos últimos anos tanto colaboraram com a degradação do ambiente urbano do Centro", explica Fajardo.




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