Publicações


O Instituto Pereira Passos (IPP) possui uma linha editorial com diversas publicações relacionadas à cidade do Rio de Janeiro, com o intuito de aprofundar o conhecimento sobre aspectos históricos, geográficos e sociais da cidade.
 
 
Cadernos da Juventude Carioca
 
Foram 40 comunidades, mais de 17 mil entrevistas, 340 jovens com idade entre 14 e 24 anos e 34 coordenadores ao longo de mais de quatro anos de trabalho. Estes são apenas os primeiros números a serem encontrados nos "Cadernos da Juventude Carioca", publicação editada pelo Instituto Pereira Passos, em parceria com o Instituto TIM. A publicação reúne os principais resultados da pesquisa que, desde 2013, teve como objetivo criar um modelo de capacitação e coleta de dados primários por meio de pesquisas de campo realizadas por jovens estudantes da rede de ensino médio de comunidades pacificadas no Rio de Janeiro. 
 
Para mais informações, acesse o arquivo na íntegra: https://goo.gl/Hzuk4D
 
 
 
Morro da Conceição: da memória o futuro
 
Em coedição com a Sextante Arte, o texto de Márcia Sigaud e Claudia Maria Madureira de Pinho conta a história de um dos únicos morros remanescentes do contorno original da região central do Rio. Afastado do mar por aterros e afetado pelas várias Intervenções ao longo dos anos, mantém-se residencial desde o século XVIII e preserva o casario e os sobrados da época. Ilustrado com fotos históricas e do ano 2000, quando foi publicado, traça um perfil socioeconômico da população a partir de levantamentos de dados feitos após sucessivas visitas.
 
 
 
 
Evolução urbana do Rio de Janeiro
 
A obra mais conhecida de Maurício de Abreu, professor da UFRJ falecido em 2011, tem mais de 30 anos, está em sua quarta edição e se mantém atual. Best seller das faculdades de arquitetura, fornece, nas palavras do próprio autor, "uma síntese do processo de produção do espaço urbano carioca, desde o início do século XIX". A publicação, que traz belas fotos de locais hoje modificados pelas ações que desenharam a cidade, analisa o papel desempenhado pelo estado e outros agentes na evolução urbana do Rio de Janeiro, identificando uma tendência preponderante ao modelo segregador entre ricos e pobres que estratifica a cidade em centro e periferia por meio de legislação elitista e da erradicação de favelas. Segundo o autor, antes da primeira grande intervenção estatal, empreendida por Pereira Passos, a falta de transportes coletivos e a maioria da população escrava tornavam faziam do Rio uma cidade mais concentrada e heterogênea. A elite se diferenciava mais pela aparência das casas que pela localização. Com a grande reforma do início do século, nasce a "cidade capitalista", dividida entre o Centro comercial, a nobre Zona Sul e os subúrbios da Zona Norte, ocupados por indústrias e pela população pobre.
 
 
Praias cariocas
 
Primeira publicação do designer Cláudio Novaes, o livro traz um roteiro sobre as 71 praias do município do Rio de Janeiro, com fotos, mapas de localização e informações sobre acesso e serviços. Cada uma é descrita a partir de um trajeto definido na divisão territorial baseada nos pontos cardeais. A jornada começa pelas praias da Zona Oeste, seguindo pelas da Zona Sul.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Porto Maravilha + 6 casos de sucesso de revitalização portuária
 
Seis autores expõem suas experiências sobre revitalização da região portuária em suas cidades, servindo como referência de casos de sucesso  e estímulo para o projeto Porto Maravilha, que está sendo implantado no Rio de Janeiro.  Em diferentes períodos históricos, seis grandes metrópoles mundiais colocaram em prática bem-sucedidos projetos de revitalização de áreas portuárias antigas e degradadas: Buenos Aires, Roterdã, Baltimore, Barcelona, Hong Kong  e Cidade do Cabo, localizadas em continentes diferentes.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Primeira pesquisa sobre condições de saúde e vida dos idosos da cidade do Rio de Janeiro - 2006
 
Essa pesquisa é o ponto de partida das ações de monitoramento das condições de vida e saúde da população idosa carioca. O livro é um banco de dados sobre os idosos do Rio de Janeiro, entrevistados para o livro nos postos de saúde da Prefeitura durante a campanha de vacinação contra a gripe em 2006.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

 

Censo 1906

 

A publicação sobre o único censo desenvolvido exclusivamente para a cidade do Rio, conta com duas partes, uma introdução escrita por Nelson Senra, professor do programa de mestrado em Estudos Populacionais e Pesquisas Sociais da Escola Nacional de Ciências Estatísticas do IBGE, e por fim a reprodução completa do Censo de 1906. No trabalho de recenseamento foram levantados dados como sexo, idade, estado civil, nacionalidade, profissão e nível de instrução, algo que Fernando Cavallieri, assessor especial da presidência do IPP classificou como avançado para uma estatística realizada no começo do século XX. 

 

 

 
 
 
 
 
 
 
 
Geografia Histórica
 

Resultado de uma pesquisa inédita sobre o espaço carioca e fluminense ao longo dos séculos XVI e XVII, a obra é um ponto alto na historiografia do Rio de Janeiro. A fim de reconstituir esses espaços do Brasil colonial, o autor realizou levantamentos aprofundados da propriedade fundiária urbana e rural, e abordou questões sociais e políticas da época, a exemplo das relações entre a monarquia distante, das autoridades locais e do papel da igreja. Entre os resultados que podem ser encontrados na publicação, está a identificação e o mapeamento de todos os engenhos fluminenses da época e a primeira denominação da Lagoa Rodrigo de Freitas.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Rio de Janeiro: Preservação e Modernidade

 

Trata-se de uma pesquisa realizada pela Prefeitura do Rio e Janeiro, que ressalta o diálogo entre cultura e cidade. O objetivo é documentar a obra de recuperação de bens históricos municipais, mapeando as intervenções que abrangem diferentes áreas da cidade, ilustrando as características arquitetônicas e fornecendo uma descrição das obras executadas no município. 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Coleção PREFEITOS DO RIO
 
 
 
 
Francisco Pereira Passos: Vida e obra
 
O prefeito que mudou a cara da cidade foi tema da primeira leva de publicações da coleção Prefeitos do Rio, que reúne, sob a forma de livretes, sínteses da vida e das obras de quem administrou a cidade. O estudo destaca do engenheiro antes e durante seu mandato como prefeito do Rio, entre 1902 e 1906. Empreendeu uma grande reforma urbana, com obras de saneamento, abertura e alargamento de ruas como a Avenida Central, hoje Rio Branco, que integrou o porto à cidade. Foi no fim de sua administração que a cidade ganhou o título de "maravilhosa". No entanto, o embelezamento da cidade teve alto custo social, com parte da população sendo obrigada a se deslocar para os morros. Lançado em 2008, é escrito por Manoel Carlos Pinheiro e Renato Fialho Júnior.
 
 
Innocencio Serzedello Corrêa: Vida e obra
 
A biografia de Serzedello Corrêa se confunde com seu engajamento político em prol do abolicionismo, do ideal republicano e do desenvolvimento do país. Nomeado prefeito por Nilo Peçanha, que substituiu Affonso Pena na Presidência da República, caracterizou-se pelo brilhantismo intelectual e profissional. O livro é escrito por Manoel Carlos Pinheiro.
A edição é de 2008.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Antonio Prado Junior: Vida e obra
 
Filho do conselheiro Antônio Prado, que havia sido presidente de São Paulo, Prado Junior exerceu o cargo de prefeito do Distrito Federal durante o governo de Washington Luís, entre 1926 e 1930. Entre suas realizações, destaca-se o Plano Agache, que realizou um conjunto de obras para o Centro, com a pavimentação de ruas, construção dos jardins da Praça Paris e do Lido, e instalação dos primeiros sinais de trânsito da cidade. A menos de um mês para o fim de seu governo, foi deposto e exilado pela Revolução de 1930.
Escrito por Silvio Sobral em 2008.
 
 
 
 
 
Carlos Sampaio: Vida e obra
 
O 26º prefeito do Rio de Janeiro foi engenheiro e professor. Filho de um pequeno comerciante, tornou-se também um grande empresário. Em 1920, foi escolhido pelo presidente Epitácio Pessoa para comandar a prefeitura do Rio, à frente da qual ficou até novembro de 1922. Durante seu governo, executou o desmonte da histórica colina chamada Morro do Castelo, antes conhecido como Morro do Descanso. Realizou ainda inúmeras outras obras emblemáticas, complementando as reforças de Pereira Passos. As realizações de Carlos Sampaio renderam-lhe uma elogiosa série de reportagens biográficas publicadas no Brazilian American, intitulada "O Homem que Transforma Sonhos em Realidade".
Escrito por Silvio Sobral em 2008.
 
 
 
 
Paulo de Frontin: Vida e obra
 
Filho de imigrantes franceses, André Gustavo Paulo de Frontin perdeu o pai aos 14 anos e assumiu a responsabilidade pela mãe e os três irmãos. A maturidade prematura lhe daria um ideal: tornar-se "o primeiro dentre os primeiros". Aos 18 anos, já era engenheiro civil e geógrafo. Aos 21 anos, tornou-se professor catedrático.
Frontin ganhou notoriedade por multiplicar o abastecimento de água na cidade do Rio de Janeiro em um prazo recorde, um empreendimento que ficou conhecido como episódio da "água em seis dias". Chefiou a construção da Avenida Central e teve intensa participação na política do bota-abaixo, do governo de Pereira Passos. Convidado a ocupar o cargo de prefeito da cidae pelo presidente Delfim Moreira, o engenheiro permaneceria na posição por apenas seis meses, período em que realizou o alargamento da Avenida Atlântica, em Copacana, e a construção das avenidas Niemeyer e Delfim Moreira, todas na Zona Sul da capital.
Escrito por Silvio Sobral em 2008.
 
 
 
Bento Ribeiro: Vida e obra
 
Bento Manoel Ribeiro Carneiro Monteiro foi neto e homônimo do lendário militar e estancieiro de grandes extensões de terra no Rio Grande do Sul.  Nomeado pelo presidente Hermes da Fonseca, foi o 19º prefeito do Rio de Janeiro, e o primeiro a cumprir integralmente os quatro anos de mandato (1910-1914). Deu sequência ao processo de reforma, melhoramento e embelezamento da cidade empreendido pelas administrações anteriores, mas sua principal marca biográfica é ter sido um dos mais importantes comandantes da Arma de Cavalaria do Exército Brasileiro de todos os tempos. Alcançou ainda o posto de marechal, a mais alta patente da armada do Brasil. Escrito por Manoel Carlos Pinheiro em 2010.
 
 
 
Rivadavia Corrêa: 1914-1916
 
 
Com base em documentos oficiais e publicações de época, a publicação faz um resumo biográfico do prefeito e de sua época. Ao assumir a administração do então Distrito Federal, Corrêa encontrou dívidas e compromissos acima da capacidade financeira da municipalidade. Ao deixar a Prefeitura, após apenas dezoito meses de mandato, recebeu elogios até de adversários que reconheceram sua competência técnica e sua lisura no trato da coisa pública.
Escrito por Manoel Carlos Pinheiro, o livro é de 2010.
 



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