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nas imagens para ampliá-las)
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| Maciço
de Gericinó
(Serra do Medanha) |

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Localizado
em Campo Grande/Bangu.
Área de treinamento militar, último reduto de
trechos da Mata Atlântica primária do Município,
local de nascentes de rios de água cristalina, guarda
restos de um vulcão que sacudiu a região, quando
o homem ainda não habitava a Terra. Possui a Floresta
do Mendanha, pouco conhecida dos cariocas, mas avistada quando
se passa pela Av. Brasil, na altura dos bairros de Campo Grande
e Bangu.
Há 30 milhões de anos, dois vulcões
no Estado existiam quatro estavam em plena atividade
na Serra do Mendanha / Serra de Madureira.
(Foto:
Riotur)
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O
que restou do maior virou atração de Nova Iguaçu:
sua cratera ainda pode ser vista por quem caminha pela floresta
que desce pela encosta do lado do Município. Ele foi
descoberto em 1979 pelo geólogo Victor de Carvalho
Klein.
O outro vulcão fica na Serrinha do Mandanha, em Campo
Grande (Chaminé do Lamego). Ele foi descoberto em 1936. |
| Características
da Região |
A
configuração geográfica da região
situada a Oeste do Município do Rio de Janeiro, possui
características próprias, pois aqui notamos
regiões de serras, planícies e descampados.
Esta característica se acentua ainda mais quando se
aproxima do litoral, mais a Oeste, limitando-se com a Baía
de Sepetiba, com o adensamento de rios e canais, que aí
vão desaguar e a presença de vegetação
de pequeno porte., principalmente os manguezais na orla da
Baía.
A região está encravada em um grande vale que
tem como contrafortes a Serra do Mendanha, que separa o Município
do Rio de Janeiro do município de Nova Iguaçu
e, do outro lado, o Maciço da Pedra Branca, servindo
como ponto divisório entre a região e os bairros
de Jacarepaguá, Recreio e Vargem Grande e Pequena.
A vegetação característica constitui-se,
em sua maioria, de arbustos, com adensamento de matas nas
proximidades e nas serras e maciços
Quando se fala de área verde, a Zona Oeste do Rio de
Janeiro pode ser considerada privilegiada. Nessa região
encontram-se três importantes áreas de preservação
permanente, significativos trechos de manguezais na desembocadura
de alguns rios e no fundo das baías e as áreas
agrícolas mais promissoras do município.
O Maciço da Pedra Branca, que começa junto ao
mar, seguindo por escarpas montanhosas e grotões florestados,
terminando na Serra de Bangu, mantém significados remanescentes
florestados especialmente acima de 100m de altitude. Acima
dessa cota, o Instituto Estadual de Floresta IEF, tem
mantido séria vigilância no sentido de evitar
desmatamento, novas edificações e retirada de
rochas ou do próprio solo. No sopé e nos vales,
as edificações são permitidas.
No município do Rio de Janeiro essa é a maior
área coberta por floresta natural, já que a
Floresta da Tijuca é, em parte, oriunda de reflorestamento.
A vegetação é rica e nela podem ser vistos
exemplares seculares de braúnas, cedros, jequitibás
e uma fauna exuberante.
Na Zona Oeste, encontramos também a Serra do Mendanha,
localizada no Maciço de Gericinó e estabelecido
por lei, no ano de 1993, como Parque Ecológico do Mendanha.
Este parque abriga uma das últimas reservas da Mata
Atlântica do Município. Um levantamento realizado
recentemente pela Secretaria do Meio Ambiente constatou a
existência de espécies raras ameaçadas
de extinção.
Sua área total está em fase de definição,
mas deverá ocupar região total de 324 hectares.
Sua delimitação parte do cruzamento da Estrada
do Guandu do Sena com a do Boqueirão, em direção
ao norte até as Serras do Gericinó e do Mendanha.
Ao sul, eles se estendem até a Serra do Quitungo voltando
a Estrada do Guandu. Suas árvores chegam a atingir
30 metros de altura e a temperatura média do Parque
é de cerca de 30º C, mesmo nos dias mais quentes.
Nesta região são encontradas as temperaturas
mínimas da região. |
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