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Terça, 09 de Fevereiro de 2010   English Version
RIO HISTÓRICO

Aqueduto da Carioca

Aqueduto em estilo romano, constituído por uma dupla arcada de 42 arcos, foi a obra monumental empreendida no Rio de Janeiro colonial. Iniciados em 1744 - sob a administração do Governador Gomes Freire de Andrada, o Conde de Bobadela - os Arcos foram concluídos em 1750 para abastecer com a água do rio Carioca o chafariz que a distribuía, através de suas 16 bicas, à população. Sobre o aqueduto hoje trafega o bonde, que liga o Centro às ruelas antigas do bairro de Santa Teresa.
Endereço: Largo da Lapa - Lapa

Catedral Metropolitana de São Sebastião

Com a criação da Diocese do Rio de Janeiro, em 1676, foi escolhida como Sé a matriz de São Sebastião no Morro do Castelo. Após sucessivas mudanças, a construção de uma nova catedral foi possível com a doação do espaço atual, após desmonte parcial do Morro de Santo Antônio. A construção, com capacidade para abrigar vinte mil pessoas, tem forma de um cone truncado. Sua porta principal é decorada com 48 placas em baixo-relevos de bronze que abordam o tema da Fé. Os vitrais em cores fortes filtram a luz do sol. As esculturas e os painéis do interior da sacristia foram esculpidos pelo artista Humberto Cozzi. A capela do Santíssimo guarda dois lampadários do artesão Nicola Zanotto.

MUSEU DE ARTE SACRA
Sáb-Dom, 9 às 11h e 13 às 16h
Instalado no subsolo, o museu reúne peças históricas como as bacias utilizadas para o batismo dos príncipes da casa imperial, uma imagem de N. S. do Rosário, o trono de D. Pedro II e a Rosa de Ouro oferecida pelo Papa Leão XIII à Princesa Isabel para celebrar a assinatura da Lei Aúrea.

ARQUIVO ARQUIDIOCESANO
Ter-Qui, 14 às 17h30
Instalado no subsolo da catedral, o Arquivo reúne um dos mais ricos e completos conjuntos documentais brasileiros. Percorre a nossa história desde o século XVII, através de seus documentos, manuscritos, impressos e iconográficos, compondo um retrato sócio-religioso.
Endereço: Av. República do Chile, 245 - Centro
Tel.: (21) 2240-2669
Horário: Diariamente, 7-19h

Clube Naval
Criado em 1884, o Clube Naval teve a sua atual sede inaugurada somente em 1911, seguindo o estilo arquitetônico dos belos edifícios da, então Avenida Central. Além de conhecer a história do prédio o visitante verá obras de arte com destaque para a escultura francesa em bronze La Defensi du Drapeau e para o busto do primeiro presidente do clube, o Almirante Saldanha da Gama, no saguão de entrada. Nos outros andares há muito o que apreciar, pois o acervo tem a peculiaridade de ter sido formado por doações de tripulantes dos navios que, voltando das missões em outros países, sempre traziam uma peça ou uma obra de arte para presentear o clube. Isso acabou por se tornar uma tradição, que agora estudiosos, turistas, estudantes e curiosos poderão conhecer. O Salão Nobre, por exemplo, é decorado com pinturas do artista Hélios Seelinger.
Endereço: Av. Rio Branco, 180 - Centro
Tel.: (21) 2282-1273
Horário: Seg-Sex, 14-17h

Fortaleza da Conceição
Acesso pela Rua do Acre.
No ano de 1713 teve início sua construção para a conservação e a defesa da cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro. Em 1718 era a terceira praça de guerra de maior poder de fogo da cidade. Em 1765 foi edificada a casa destinada à guarda do armamento das tropas coloniais. A partir de 1917, a Fortaleza de Conceição passou por reformas que a adequaram à instalação do Serviço Geográfico Militar dando início efetivo ao mapeamento topográfico do país. A Fortaleza e o Palácio da Conceição são ocupados hoje pela 5ª Divisão de Levantamento que tem dentre outras atribuições o suprimento de documentos cartográficos e filmes de vôos aerofotogramétricos. A visita à Fortaleza engloba o pátio, a capela, as masmorras - onde estiveram alguns inconfidentes, presos políticos, membros da Sociedade Literária do Rio de Janeiro (1794 - 1797) - o pátio interno e, ainda, a bela visão da baía de Guanabara.
Visitas agendadas.
Endereço: Rua Major Daemon, 81 - Morro da Conceição - Centro
Tel.: (21) 2223-2177
Tel. e Fax: (21) 2263-9035
Horário: Seg-Qui, 8-16h - Sex, 8-11h

Fortaleza de Santa Cruz
O francês Villegaignon, em 1555, improvisou uma fortificação para a defesa da França Antártica. Tomada por Mem de Sá em 1567, esta fortificação foi ampliada e transformada no principal ponto de defesa da Baía de Guanabara, recebendo o nome de Nossa Senhora da Guia. A partir de 1632 foi denominada Fortaleza de Santa Cruz da Barra, passou por obras de remodelação, com pedras já cortadas e numeradas vindas de Portugal, que só terminaram em 1870 e participou de momentos importantes da História do Brasil. Tombada pelo Patrimônio Histórico Nacional, em 4 de outubro de 1939, a Fortaleza de Santa Cruz tem atraído turistas do mundo inteiro.
Endereço: Estrada General Eurico Gaspar Dutra, s/nº - Jurujuba – Niterói
Tel.: (21) 2711-0462
Horário: Ter-Dom, 7h30-16h30

Fortaleza de São João
A primitiva Fortaleza de São João foi erguida por Estácio de Sá, fundador da cidade do Rio de Janeiro, em 1565. Ampliada e reformada ao longo do tempo, entrou em serviço em 1618, tendo participado de vários episódios da história do país sendo guarnecida por vários grupos de Artilharia de costa até 1991. Atualmente ali funcionam o Centro de Capacitação Física do Exército e a Escola Superior de Guerra.
Aos sábados e domingos - Visitas mediante prévia marcação
Endereço: Av. João Luis Alves, s/nº - Urca
Tel.: (21) 2543-3323
Horário: Seg-Sex, 9h30-12h e 13h30-16h

Forte Barão do Rio Branco
Os Fortes Barão do Rio Branco, São Luiz e do Pico formam um conjunto histórico aberto à visitação guiada.
No Forte São Luiz e do Pico pode-se apreciar uma belíssima paisagem da Cidade de Niterói e do Rio de Janeiro.
Endereço: Alameda Marechal Pessoa Leal, 265 - Jurujuba – Niterói
Tel.: (21) 3611-1207
Horário: Sáb-Dom e feriados, 9-16h

Forte de Copacabana

Tel.: 2522-4460 (Divisão de Relações Públicas)
O Forte de Copacabana, inaugurado em 1914, no promontório da antiga igrejinha de Nossa Senhora de Copacabana, foi construído com o intuito de reforçar a defesa da Baía de Guanabara. A casamata conserva as características originais, com suas muralhas de 12 metros de espessura voltadas para o mar e armamento da fábrica Krupp. Foi palco de um dos episódios de maior heroísmo da História Militar - “Os 18 do Forte”-, ocorrido em 5 de julho de 1922. O Forte abriga, ainda, o Museu Histórico do Exército.
Endereço: Praça Coronel Eugênio Franco, 1 - Posto 6 - - Copacabana
Tel.: (21) 2287-3781
Email: rp@fortedecopacabana.com
Website: http://www.fortecopacabana.ensino.eb.br
Horário: Ter-Dom, 10-17h

Forte Duque de Caxias
Construído entre 1776 e 1779, por ordem do Vice-Rei, Marquês do Lavradio, o Forte do Vigia tinha a missão de alertar as demais fortificações da aproximação de embarcações inimigas e terminava sua linha de defesa com um portão de pedra até hoje existente na Ladeira do Leme. O Alferes Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes, ali serviu em 1789, como integrante da Cia. de Dragões de Minas, que então guarnecia a fortificação. Reformado pelo Capitão Augusto Tasso Fragoso em 1895, passou a ter o nome de Forte do Leme, recebendo a partir de 1918, oito obuseiros gigantes Krupp (280mm), de origem alemã. Em 1935 recebeu o nome Duque de Caxias por decreto de Getúlio Vargas. Desativada a fortificação em 1965, ali foi instalado, em 24 de abril, o Centro de Estudos de Pessoal do Exército Brasileiro.
O Caminho Ecológico do Forte Duque de Caxias é aberto ao público aos sábados, domingos e feriados, de 9 às 17 horas.
Endereço: Praça Almirante Júlio de Noronha, s/nº - Leme
Tel.: (21) 3223-2034 / (21) 3223-2035
Email: consoc@clp.ensino.eb.br
Website: http://www.cep.ensino.eb.br
Horário: Sáb-Dom e feriados, 9-17H

Igreja da Venerável Ordem Terceira de São Francisco da Penitência
Construída em terreno doado pelos frades franciscanos ao lado da igreja do Convento de Santo Antonio, o templo tem toda a sua história ligada a este, formando um conjunto representativo da arquitetura colonial brasileira na cidade do Rio de Janeiro. A construção da igreja atual foi iniciada em 1622. Em 1738 ficou concluída a Capela Mor, com toda a ornamentação interna revestida de talha dourada. Um dos mais expressivos exemplares do barroco brasileiro, trabalho feito pelos entalhadores-escultores Manuel de Brito e Francisco Xavier de Brito e pelo pintor Caetano da Costa Coelho, deste último destaca-se a pintura em perspectiva arquitetônica, óleo sobre madeira, no teto da nave central representando a glorificação de São Francisco de Assis. Ainda no terreno da igreja há um pátio-jardim, através do qual se chega ao cemitério das catacumbas utilizado até 1850.
Endereço: Largo da Carioca, 5 - Centro
Tel.: (21) 2262-0197
Horário: Ter-Sex, 9-12h, 13-16h

Igreja de Nossa Senhora da Cabeça
Sua construção remonta à primeira metade do século XVIII, edificada por Martim Corrêa de Sá, no Engenho D´El Rei nas proximidades da lagoa de Sacopenapã, atual Rodrigo de Feitas.
A Capela passou por algumas reformas em 1856 e na primeira metade do século XX mas manteve as linhas características do período em que foi edificada. Fachada simples composta por frontão triangular e ombreiras de cantaria, duas janelas gradeadas e uma porta almofadada (com beirais de cantaria). O acesso à capela é precedido de copiar, apoiado em duas colunetas de estilo toscano.
Endereço: Rua Faro, 80 - Jardim Botânico
Tel.: (21) 2512-5565 / (21) 2512-1266
Horário: Diariamente, 8-17h

Igreja de Nossa Senhora da Candelária

A origem da primitiva ermida, construída em fins do século XVI ou início do século XVII, é atribuída a uma devoção e ao cumprimento de uma promessa feita a Nossa Senhora da Candelária, por Antônio Martins Palma, comandante de um navio, colhido por uma forte tempestade. Em 1775, um novo projeto do engenheiro-major Francisco Roscio deu a atual forma do templo, inaugurado em 1811 com a presença do príncipe regente. Novas reformas tiveram lugar em meados do século XIX, e se arrastaram até 1890, ano de sua nova inauguração. Do projeto de Francisco Roscio só permanece a fachada. A cúpula, toda em pedra de lioz de Lisboa, representa a principal marca visual da igreja, construída em estilo neoclássico entre 1865 e 1877. O revestimento interior, ao invés de talha de madeira à maneira portuguesa, é todo de mármore. Possui interessantes vitrais de cores vivas. As duas capelas laterais são dedicadas ao Santíssimo Sacramento e à N.S.das Dores. O teto da nave principal apresenta seis grandes painéis do pintor João Zeferino da Costa, narrando as origens da igreja. As portas foram esculpidas em bronze, por Teixeira Lopes, fundidas em Bruzy, na França.
Endereço: Praça Pio X - Centro
Tel.: (21) 2233-2324
Horário: Seg-Sex, 7h30-16h - Sáb, 8-12h - Dom, 9-13h

Igreja de Nossa Senhora da Glória do Outeiro

Visitas guiadas no primeiro domingo do mês, com marcação prévia.
Dos prédios dos séculos XVI, XVII, XVIII e XIX que restam no Rio de Janeiro, a maior parte é de igrejas com seus interiores ricos e artísticos, verdadeiras jóias de arquitetura. Dentro deste contexto destaca-se com sua característica marcante de planta octagonal e cobertura em abóboda a igreja da Glória do Outeiro, obra pioneira na época (1739), atribuída ao arquiteto português José Cardoso Ramalho. Seu interior de nave única, possui dupla ordem de pilastras e cimalhas de cantaria. O colorido do conjunto fica por conta de preciosas barras de azulejos setecentistas. Esta igreja tem especial significado para o carioca, uma vez que o outeiro onde está construída foi o ponto estratégico tomado aos franceses pelo fundador da cidade, o capitão-mor português Estácio de Sá, constituindo-se a vitória sobre a fortificação de Uruçumirim, em 1567, o passo definitivo de expansão da cidade do Rio de Janeiro, fundada em 1º de março de 1565.
Endereço: Praça Nossa Senhora da Glória, 135 - Glória
Tel.: (21) 2557-4600 / (21) 2225-2869
Horário: Ter-Sex, 9-12h, 13-17h Sáb-Dom, 9-12h

Igreja de Nossa Senhora da Penha
No topo de um penhasco (69m de altura), lugar que exprime encantamento visual está localizada, a igreja de Nossa Senhora da Penha de França, uma das quatro principais igrejas da cidade. Pode-se visualizá-la, especialmente à noite quando recebe iluminação em todo o santuário e no penhasco, à entrada da cidade, divisando a Rodovia Presidente Dutra, aos que chegam pela Avenida Brasil ou pelo Aeroporto Internacional. A popular Festa da Penha, realizada nos fins de semana do primeiro Domingo de outubro ao primeiro Domingo de novembro, ombreia-se com outras de igual sentido de contrição e fé e é hoje em essência e forma, um substancial e envolvente capítulo da vida urbana carioca. Ao seu aspecto eminentemente litúrgico, agrupam-se manifestações musicais, lúdicas e folclóricas com exposições, festas, shows, festivais e outros espetáculos ao ar livre.
Endereço: Largo da Penha, 19 - Penha
Tel.: (21) 2290-0942 / (21) 3887-5155
Email: faleconosco@santuariopenhario.org.br
Website: http://www.santuariopenhario.org.br
Horário: Diariamente, 7-18h

Igreja de Nossa Senhora do Carmo da Antiga Sé
A história da Igreja de Nossa Senhora do Carmo, tombada pelo IPHAN em 1941, inicia no final do século XVI, quando no ano de 1590 os primeiros frades carmelitas que chegaram ao Rio de Janeiro receberam para sua instalação a ermida de Nossa Senhora do Ó. Em 1761, os carmelitas lançaram a pedra fundamental para uma nova construção dedicada à Nossa Senhora do Carmo, inaugurada em 1770. Em 1808, com a chegada da Família Real e sua corte, passa a ser a nova casa da rainha. D.João, o Príncipe Regente, eleva a Capela dos Carmelitas à Capela Real e Imperial. De 1889 a 1976 passou a ser a Catedral Metropolitana do Rio de Janeiro.
A Igreja foi palco de alguns fatos históricos como a coroação e aclamação do Rei D. João VI em 1818; a aclamação de D. Pedro I, Imperador do Brasil em 1822; o casamento de D. Pedro I e Dona Amélia de Leuchtenberg em 1829; a sagração de D. Pedro II em 1841; o casamento religioso de D. Pedro II com Dona Teresa Cristina de Nápoles em 1843; o batizado da Princesa Isabel, entre outros filhos da família imperial em 1846. Na Igreja encontram-se depositados os restos mortais de Pedro Álvares Cabral e na cripta está sepultado o primeiro Cardeal da América Latina, Dom Joaquim Arcoverde. O ano de 2006 marcou o início das obras de restauração da importante edificação, de valor histórico, arquitetônico e religioso. A conclusão dos trabalhos de restauro se deu em março de 2008, por ocasião das comemorações dos 200 anos da chegada da Família Real ao Brasil com um espetáculo de som e luz.

O espetáculo é assinado pelo diretor Marcello Dantas, tem duração de 20 minutos e conta parte da história do país. Efeitos de luz e som produzem sombras de personagens históricos, como Dom João VI, Dom Pedro I, Dom Pedro II e Carlota Joaquina.

Espetáculo de Som e Luz:
Ingressos: R$8
Ter-Sex, 13h30
Qui, 13h30 e 17h30
Sáb, 12h, 13h e 14h
Dom, 12h30, 13h e 14h
Feriados, 11h, 12h, 13h e 14h

Visitas Guiadas com marcação prévia (10-16h) - Tel. 2221-0501
Ter-Dom
Ingressos: R$5

Visitas Guiadas e Espetáculo de Som e Luz:
Ingressos: R$12

Endereço: Rua Sete de Setembro, 14 - Centro
Tel.: 2242-7766

Igreja de Nossa Senhora do Rosário e São Benedito
A igreja data do século XVIII, sendo iniciada sua construção em 1700 e terminada em 1725. Em 1735 foi-lhe conferido o status de catedral por ter sido transferida a sé da cidade para a igreja. Em meados do século XIX foi remodelada a fachada da igreja, conservando-lhe o pórtico e as torres. O projeto de restauração do arquiteto Lúcio Costa, utilizou com excelente efeito treliças e balaustradas de madeira nas tribunas da capela-mor conferindo-lhe uma atmosfera de dignidade. A Igreja abriga o Museu do Negro, (Seg-Sex, 8-12h e 13-17h) com acervo próprio e biblioteca.
Endereço: Rua Uruguaiana, 77 - Centro
Tel.: (21) 2224-2900 / (21) 2224-2957 / (21) 2224-2941
Horário: Seg-Sex, 7-17h Sáb, 7-13h

Igreja de São Sebastião dos Capuchinhos
Construída em 1928, em estilo neobizantino, pelo arquiteto Riccardo Buffa, a Igreja destinou-se a acolher a imagem de São Sebastião, Padroeiro da Cidade do Rio de Janeiro, após o desmonte do Morro do Castelo. As portas de bronze foram executadas por Oreste Fabbri.
Em frente à capela-mor pode-se ver a lápide de mármore com os restos mortais de Estácio de Sá, morto em 1583. Lá também encontra-se o marco comemorativo da fundação da cidade.
A festa de São Sebastião é realizada no dia 20 de janeiro com procissão até a Catedral Metropolitana. Na primeira sexta-feira do ano ocorre a tradicional benção aos fiéis, seguida de missa. Essa cerimônia se repete em todas as primeiras sextas-feiras do mês, renovando, assim, a fé e a esperança.
Endereço: Rua Haddock Lobo, 266 - Tijuca
Tel.: 2569-2852
Website: http://www.igrejadoscapuchinos.org.br

Igreja e Convento de Santo Antônio
A igreja e o convento Santo Antônio são cenários da arquitetura colonial e expressão do barroco nacional português. Possui uma das mais belas sacristias do Brasil. A igreja tem três retábulos dedicados ao santo padroeiro, a Nossa Senhora da Conceição e a São Francisco de Assis. O convento foi palco de grandes acontecimentos importantes para a história da cidade do Rio de Janeiro e para o país. Em 1710 Santo Antônio defende a cidade e a população contra os invasores franceses (começa a receber títulos militares); em 1776, foi instituída uma universidade com 13 cadeiras; em 1822, Frei Francisco de Tereza de Jesus Sampaio redige o “Manifesto do Povo”; entre os anos de 1854 a 1872, abrigou o Arquivo Nacional; entre os anos de 1885 a 1901, aquartelamento do 7º Batalhão de Infantaria do Exército; em 1870, Vitor Meireles pintou duas telas no convento (localizadas no MHN – Museu Histórico Nacional), entre outros fatos. No Mausoléu, estão sepultados filhos e filhas de Dom Pedro I e de Dom Pedro II. A festa do padroeiro consiste em 13 dias de celebração em preparação à Festa Solene que se celebra no dia 13 de junho, data da morte do santo.
Em 2008 foi celebrado o 326° Trezena de Santo Antônio e os 400 anos da fundação da igreja e convento.
Endereço: Largo da Carioca, s/nº - Centro
Tel.: (21) 2262-0129 / (21) 2262-1201
Website: http://www.franciscanos.org.br
Horário: Seg, Qua, Qui,Sex, 7h30-19h Ter, 6h30-20h Sáb, 7h30-11h e 15h30-17h Dom, 9-11h

Igreja Nossa Senhora da Lapa dos Mercadores
Situada próximo a Travessa do Comércio, a construção foi inaugurada em 1750. A total remodelação ocorrida entre 1862 e 1872, preservou pouco da sua versão original. A fachada asumiu um estilo neoclássico, com a abertura dos três arcos e a fixação de um frontão triangular, tendo por trás a torre sineira centralizada. O átrio é fechado com grades de ferro. O belíssimo medalhão de mármore do século XVIII, com a imagem da coroação da Virgem, encontra-se bem visível abaixo da torre.
A planta da igreja é uma combinação do oval de nave, coberta por cúpula e lanterna, com a forma retangular tradicional da capela -mor. A sua concepção arquitetônica, com espaço curvilíneo, assemelha-se à da Igreja de N. S. da Glória do Outeiro.
A obra de talha interna foi executada por Mestre Antônio de Pádua e Castro e é de autoria de Antônio Alves Meira. O interior é em barroco tardio, e no arco cruzeiro, permanecem detalhes da decoração anterior, em estilo rococó. O teto da capela-mor com pinturas de boa qualidade, apresenta nas paredes quatro painéis com histórias da Virgem.
Endereço: Rua do Ouvidor, 35 - Centro
Tel.: (21) 2509-2339
Horário: Seg-Sex, 8-14h

Ilha de Paquetá

Acesso: Barcas
Central de Atendimento: Tel.: 0800 7044113
Localizada no coração da Baía de Guanabara, a ilha é considerada zona turística em sua totalidade. Nos versos de Hermes Fontes, Paquetá foi cantada como “Um céu profundo que começa neste mundo e não sabe onde acabar”. E os seus visitantes ao longo dos anos, nada mais têm feito do que atestar esse lirismo que se configura na paisagem onde o verde se oferece livre, nos flamboyants que se destacam entre os diversos tipos de flores e na tranqüilidade face a poucos veículos motorizados.

História

Paquetá foi ocupada pelos índios Tamoios até o final do século XV. O viajante francês André Thevet registrou a descoberta da ilha em dezembro de 1555. O Rei Henrique II da França reconheceu a ilha em 1556.

Durante a invasão francesa os índios Tamoios, seus aliados, foram um foco de resistência em oposição aos colonizadores portugueses. Araribóia, líder dos índios Temininós, apoiava a facção portuguesa.
Os portugueses acabaram por derrotar e expulsar os invasores franceses, ocasião em que os índios Tamoios foram derrotados e quase exterminados.

Praias

Paquetá possui pequenas e graciosas praias:

Praia Grossa, Gaivotas, Imbuca, Moema e Iracema, Manoel Luis, José Bonifácio, Moreninha, São Roque, Pintor Castagneto (Coqueiros) Lameirão, Catimbau, do Buraco e dos Castelos.

Eventos
Festa de São Roque
Homenagem ao padroeiro da Ilha que acontece ao longo da semana ou no final de semana que ficar mais próximo ao 16 de agosto. Nesse dia se realiza a missa em celebração a São Roque.

Festa de São Pedro
Festa em homenagem ao padroeiro dos pescadores. Os pescadores mantém a tradição de uma procissão marítima no dia 29 de Junho.
Endereço: Praça Quinze de Novembro - Centro
Website: http://www.ilhadepaqueta.com.br

Ilha Fiscal


Acesso: O transporte até a Ilha Fiscal é feito a bordo da escuna da Marinha Nogueira da Gama.
Os ingressos podem ser adquiridos nos dias de visita, a partir das 11h.
Não funciona nos seguintes feriados: 1 de janeiro, Carnaval, Sexta-Feira Santa, Finados, 24, 25 e 31 de dezembro.
O prédio que ocupa 1.000 metros quadrados da ilha, foi projetado em 1881, em estilo neo-gótico, pelo engenheiro Adolfo del Vecchio e inaugurado em 27 de abril de 1889. Neste período, no ano de 1882, recebeu o nome de Ilha Fiscal e funcionava como quartel da guarda de fiscalização do porto. Pouco utilizada em sua função original, tornou-se famosa por ter sido realizado ali o último baile do Império, organizado pelo Visconde de Ouro Preto em homenagem à guarnição do encouraçado chileno Älmirante Cochrane”, em 9 de novembro de 1889. De 1913 a 1998 a Marinha do Brasil ocupou o espaço com sua Diretoria de Hidrografia e Navegação e, atualmente, sob a coordenação da Diretoria de Patrimônio Histórico e Cultural e apoio do Serviço de Documentação da Marinha o local transformou-se em pólo cultural promovendo exposições temporárias e exposição permanente que revela a história da Ilha e da Marinha. O visitante, através de novidades interativas poderá navegar e continuar sua expedição conhecendo o torreão do palácio observando a pintura das paredes e abóbada, o piso (mosaico em madeiras nobres brasileiras), vitrais e trabalhos em cantaria - colunas, arcos, florões e símbolos imperiais; poderá ver o topo do prédio de 53 metros de altura e deparar com o maior relógio do Império feito pela Casa Krussman.
Endereço: Av. Alfredo Agache, no final da Praça Quinze - Centro
Tel.: (21) 2104-6721 / (21) 2233-9165 / (21) 2104-6992
Horário: Qui-Dom, 13h, 14:30h e 16h

Iphan - Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional
Projetado por Ramos de Azevedo e executado por Antonio Januzzi, o prédio é um dos últimos remanescentes dos imóveis comerciais edificados após o Concurso de Fachadas realizado pelo prefeito Pereira Passos, no início do século XX, para
construir a, então, moderna Avenida Central - atual Rio Branco. Inaugurado em 1908, sua arquitetura eclética - característica da época, por influência européia - e a riqueza dos detalhes artísticos conferem ao prédio grande valor cultural, reconhecido através do tombamento pelo IPHAN, como monumento nacional, em 1978. No térreo, com entrada no nº 44 da Av. Rio Branco, funcionam a Livraria da Travessa e o Bazzar Café. No nº 48 funciona a Sala do Patrimônio, destinada a exposições temporárias e outros eventos.
Endereço: Av. Rio Branco, 46 - Centro
Tel.: (21) 2203-3113

Mosteiro de São Bento


De segunda a sábado são realizadas visitas monitoradas das 9 às 16h, ressaltando os estilos artísticos e também a história do Mosteiro, em Português, Inglês e Espanhol. As visitas duram cerca de 30 minutos. Informações: Tel.: 2516-2286

É uma das obras mais valiosas do nosso patrimônio histórico e artístico. Sua origem remonta aos meados do século XVII. A construção foi concluída em 1641. Entre as preciosidades artísticas de sua igreja estão a obra de talha do arco, projetada por Frei Domingos da Conceição e executada por Alexandre Machado; trabalhos do mestre Valentim, pinturas de Frei Ricardo do Pilar e de José de Oliveira Rosa.
Endereço: Rua Dom Gerardo, 68 - Centro
Tel.: (21) 2516-2286
Email: visitamosteiro@osb.org.br
Website: http://www.osb.org.br
Horário: Diariamente, 7-17h30

Paço Imperial
Construído em 1743, foi usado primeiramente como Casa dos Vice-Reis do Brasil. Com a chegada da Corte de D. João VI ao Rio de Janeiro e a elevação da colônia à condição de Reino Unido a Portugal e Algarves, o Paço se transformou em sede dos governos do Reinado e do Império. Após a Proclamação da República, nele foram instalados os Correios e Telégrafos. Em 1938, foi tombado pelo Patrimônio Histórico e Artístico Nacional e hoje é um dos marcos da história cultural da cidade. No primeiro andar do prédio está instalada a Biblioteca Paulo Santos reunindo um acervo de 6 mil volumes e 200 títulos de periódicos, a maior parte deles especializados em arte e arquitetura luso-brasileiras. Nas demais salas do prédio acontecem exposições de artes plásticas, eventos teatrais, concertos musicais, palestras e seminários. No andar térreo, lojas de artigos de escritório, CDs, aluguel de vídeo laser, restaurante, cafeteria. Os livros registram que, no espaço ocupado pelas lojas, funcionava no século XVII, o melhor ferreiro do Rio de Janeiro. A primeira planta em escala da cidade, feita em 1713, assim como os vestígios arqueológicos revelam que no Paço Imperial funcionavam ainda a Casa da Moeda e o Armazém del Rei.
Endereço: Praça Quinze de Novembro, 48 - Centro
Tel.: (21) 2533-4407 / (21) 2533-7762
Email: paco@pacoimperial.com.br
Website: http://www.pacoimperial.com.br
Horário: Ter-Dom, 12-18h

Palácio Gustavo Capanema
Construído entre 1937 e 1945, o Palácio funcionou como sede do Ministério da Educação e Cultura, passando a se chamar Palácio de Cultura desde a transferência da Capital para Brasília. O nome atual homenageia o ministro que determinou sua construção.
Uma comissão de arquitetos, chefiada por Lúcio Costa, entre eles Oscar Niemeyer e Affonso Eduardo Reidy desenvolveu o projeto inspirado por Le Corbusier.
Ele representa um dos primeiros exemplares de arquitetura moderna no Brasil, e foi declarado Monumento Internacional pela Unesco.
Instalado num amplo pátio ajardinado, seus jardins foram projetados por Burle Marx e exibem estátuas de Bruno Giorgi. Há painéis de azulejos pintados por Cândido Portinari, quadros, afrescos e painéis de artistas como Guignard e Pancetti.
Endereço: Rua da Imprensa, 16 - Centro
Horário: Seg-Sex, 9-18h Visitas para grupos com agendamento prévio

Palácio Tiradentes
Visitas guiadas para grupos com marcação prévia, exceto aos domingos - Tel.: 2588-1251
Núcleo de Memória Política Carioca e Fluminense.
Exposição multimidia permanente intitulada “Palácio Tiradentes: Lugar de Memória do Poder Legislativo”.
Endereço: Rua Primeiro de Março, s/nº - Centro
Tel.: (21) 2588-1411 / (21) 2588-1251
Website: http://www.alerj.rj.gov.br
Horário: Seg-Sáb, 10-17h Dom e feriados, 12-17h

Praça Quinze de Novembro

Sítio histórico onde, em 1590, os padres Carmelitas instalaram o seu convento no então extenso areal à beira mar. Em 1700, o Governo do Rio de Janeiro adquire dos padres carmelitas, casas térreas situadas no lugar para a instalação dos armazéns reais que, a partir de 1743 são reformados e ampliados, abrigando a Casa dos Governadores. Em 1808 com a chegada da família real portuguêsa, a casa transforma-se em Paço Real e a praça que adquire o nome de Largo do Paço passa a testemunhar importantes momentos da história do Brasil, como: O Dia do Fico, as coroações de D.Pedro I e de D.Pedro II, a Abolição da Escravatura e em 1889 o comunicado de deposição do imperador Pedro II e a extradição de sua família e auxiliares. Desta maneira o Largo do Paço abrigou de 1743 a 1889 o poder central, não só da cidade do Rio de Janeiro, como também em âmbito nacional, quando se sucederam três períodos do Governo e o Rio foi a capital, sediando a Corte. Passou a chamar-se Praça Quinze de Novembro após a Proclamação da República e até hoje podem ser visitados na praça e seus arredores monumentos, igrejas, antigos edifícios entre os quais: o Paço Imperial, no número 48 da Praça, transformado em centro cultural, com restaurantes, exposições temporárias e manifestações musicais; o Convento do Carmo, na rua Primeiro de Março, edificação do século XVI, remanescente do conjunto dos padres carmelitas, atual Faculdade Cândido Mendes; o Chafariz da Pirâmide, obra de Mestre Valentim executada em 1789, para receber água do rio Carioca e vinda do morro de Santa Teresa através do Aqueduto da Carioca, desviada por canos de pedra por toda a rua do Cano (atual Sete de Setembro) até alcançar o chafariz do Largo do Paço, localizado à beira mar que servia para abastecer os navios; Igreja de Nossa Senhora do Carmo, Rua Primeiro de Março, antiga catedral, datada de 1761; Igreja da Ordem Terceira do Monte do Carmo, Rua Primeiro de Março, obra do século XVIII. Arco do Teles, último arco colonial da cidade, passagem sob o antigo palacete dos Teles de Menezes é o acesso da Praça Quinze para a Travessa do Comércio, onde se encontra um dos melhores conjuntos de casario assobradado do Rio; Igreja da Lapa dos Mercadores, seguindo a Travessa do Comércio até a esquina da Rua do Ouvidor, encontra-se o templo mandado construir pelos comerciantes da área em 1747 e reformado em 1862; o Palácio Tiradentes, na rua Primeiro de Março, hoje Assembléia Legislativa, tem a estátua de Tiradentes diante de seu pórtico; Igreja de São José, na rua Primeiro de Março, data de 1808, embora o santo seja venerado no local desde 1608; no centro da Praça Quinze está o Monumento ao General Osório, obra de Rodolfo Bernardelli e fruto de subscrição popular.
Endereço: Centro

Theatro Municipal
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Projeto e construção de A. Guilbert e Francisco de Oliveira Passos. Sua inauguração deu-se em 14 de julho de 1909. As pinturas principais são de Eliseu Visconti - teto e pano de boca - e de Rodolfo Amoedo. Os mosaicos são de Henrique Bernardelli.

PROGRAMA DE VISITAS GUIADAS
Coordenação: Christina Penna (historiadora de arte, Suely Avellar (educadora)
Os visitantes podem acompanhar as obras de restauração além de conhecer os bastidores do teatro.
Qui, Sex e Sáb, 10h às 11h30m e 15h às 16h30m,
R$10,00 e meia entrada R$ 5,00.

Informações e agendamentos: Tel. 2332-9191 / 2332-9005 (Informações) ou pelo e-mail visita@theatromunicipal.rj.gov.br
Endereço: Praça Floriano, s/nº - Centro
Tel.: (21) 2332-9195 / (21) 2332-9005
Website: http://www.theatromunicipal.rj.gov.br


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