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Registro
de Acervo de Fitas
Leis,
Decretos e Atas
| Nº |
Título |
Data |
Sumário |
Temas |
| 2 |
Assinatura
da Lei Orgânica do Tribunal de Contas, no Palácio
Guanabara |
16/12/1965 |
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- |
| 95 |
Assinatura
do Decreto que registra as pensões do IPEG anteriores
à Lei 276 dos filhos de pensionistas |
05/12/1967 |
- |
- |
| 148 |
Assinatura
do Decreto de Obrigatoriedade Escolar no palácio da
Cidade - entrevista Prefeito Marcos Tamoyo.
Entrevista do prefeito Marcos Tamoyo sobre a bolsa de obrigatoriedade
escolar e temas correlatos.
Local: Rio de Janeiro, RJ. |
02/01/1976 |
O
prefeito afirma que em junho a Secretária de Educação
recebeu sua tarefa no município, e que em setembro
desenvolveu o Censo Escolar. Fala que a obrigatoriedade refere-se
aos alunos de 7 a 14 anos, mas o município abrangerá
os menores de 7 anos e os maiores de 14 considerados analfabetos.
Diz que o município tem 656.320 matrículas,
30.333 matrículas novas ( 4 - 6 anos ) e 59.076 matrículas
novas ( 7 - 14 anos ). Avisa que em 02/01/1976 a rede escolar
comportava 745.729 alunos e que do dia 24 a 28 de fevereiro
seriam reabertas as matrículas pois houve sobra de
vagas de 60.866. Fala que o Censo divulgou que 4.974 crianças
(7 - 14 anos ) não tinham escolas a menos de 3 Km das
suas casas. Afirma que a bolsa de obrigatoriedade escolar
para crianças que moram longe das escolas permitiria
que elas estudassem em escolas particulares próximas
às suas casas e que essa medida custaria Cr$ 900,00
por ano. Comenta que teses afirmam que as crianças
na faixa de até 6 anos são mais receptivas ao
aprendizado inicial, fase considerada pela ciência moderna
como a mais importante para que ela se sensibilize pelos conhecimentos.
Ressalta que iniciar a criança com 7 anos na escola
aumentaria o índice de reprovação e que,
por conta disso, a Prefeitura adotou a fase pré-escolar.
Menciona que estão matriculadas 40.417 crianças,
das quais 10.084 estavam no jardim e 33.333 novas matrículas
foram feitas, mesmo assim houve sobras de crianças
sem escola próxima. Fala que, além disso, a
Prefeitura também instituiu a bolsa para o pré-escolar.
Diz que os maiores de 15 anos serão atendidos pelo
MOBRAL. E que o Rio de Janeiro tem 139.067 analfabetos (relacionados
pelo Censo com nome e endereço.). Destaca que pretende
recuperar 70 mil, pois não há condições
de abarcar a todos. Conta, ainda, que não é
só um programa do Município, o Estado também
enfrentará a mesma situação e que para
melhoria da qualidade do ensino é preciso também
aumentar o salário das professoras. |
Mobral,
analfabetismo, bolsa de obrigatoriedade escolar, estatísticas
de ensino. |
| 150 |
Assinatura
do Contrato da Carta Cadastral (empréstimo) BNH,
no palácio da Cidade.
Autoridades presentes: Prefeito Marcos Tamoyo e o presidente
do BNH.
Assinatura
de contrato para a elaboração da Carta Cadastral
do município do Rio de Janeiro, com vistas à
elaboração do Plano Urbanístico.
Expositores: Prefeito Marcos Tamoyo.
Local: Rio de Janeiro - RJ.
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09/02/1976 |
Conversa
aleatória inicial. Assinatura dos dois contratos, com
o BNH e o Banco do Brasil ( agente financiador ). Uma empresa
faria a radiografia do Rio de Janeiro, fato que se constituiria
no primeiro passo para elaboração da Planta
Urbanística Básica da cidade, que é atribuição
do município, uma vez que as plantas do Rio estavam
desatualizadas, mostravam ainda o morro de Santo Antônio,
Mercado Municipal, entre outros, já demolidos. Agradecimento
do prefeito aos participantes. |
Carta
Cadsatral, Plano Urbanístico. |
| 189 |
Ata
da criação do Centro de Convenções
da Riotur S.A. No gabinete do Prefeito Marcos Tamoyo.
Expositores: Prefeito Marcos Tamoyo, Vítor Pinheiro,
presidente da Riotur, presidente da Comlurb, Gastão
Henrique, Said Farah, presidente da Embratur.
Local: Rio de Janeiro - RJ.
Duração: 15 minutos. |
25/10/1976 |
O
prefeito Marcos Tamoyo diz que aquele era um dia muito importante
para o turismo na cidade do Rio de Janeiro. Passa, então,
a palavra para Vítor Pinheiro, presidente da Riotur,
que comenta que estava um pouco nervoso, mas muito satisfeito
porque, desde que fora convidado para o cargo, uma das suas
prioridades era a construção de um centro para
abrigar feiras, congressos e seminários no Rio de Janeiro.
Comenta que o Centro tinha 80 mil m² de área coberta
e que contava com o apoio da iniciativa privada. Fala que
considerava que o Centro era importante não só
para o turismo, mas também para a indústria
e o comércio. Agradece a todos os presentes e a todos
que contribuíram para a construção do
Centro Internacional Riotur S. A. O presidente da Comlurb,
Gastão Henrique, cita o nome dos acionistas do Centro
: Metrô, CTC, Emop, Flumitrens, Ceg, Cedae, Codert,
Comlurb, Serla e Feema. Vítor Pinheiro fala que o capital
social autorizado era de 360 milhões, divididos em
180 milhões de ações ordinárias
e 180 milhões de ações preferenciais.
Colocam, então, em votação e aprovam
o estatuto que regulamenta a composição do conselho
fiscal e do conselho de administração do Centro.
Marcos Tamoyo fala que a construção do Centro
e do Autódromo de Jacarepaguá criou um novo
pólo de turismo no Rio, que já é um pólo
de turismo no Brasil. Ele diz que pretende investir na urbanização
de Jacarepaguá, sem cometer os erros da urbanização
da Zona Sul da cidade. Said Farah, presidente da Embratur,
fala da importância do Centro para o turismo na cidade.
Destaca que a Embratur investe em turismo, mas não
apenas nos hotéis. Afirma que o Centro de Convenções
e o Autódromo não foram criados para dar lucro,
mas são importantes para aumentar a taxa de ocupação
dos hotéis da cidade. Ele diz esperar que o poder público
continue investindo em turismo e que a Embratur deseja pleno
sucesso àquele e a outros empreendimentos da Prefeitura. |
Centro
de convenções, turismo e negócios. |
| 204 |
Prefeito
Marcos Tamoyo assina gratificação para o magistério
( Benefícios que o prefeito Marcos Tamoyo concede ao
professorado.
Expositores: Prefeito Marcos Tamoyo, secretária de
educação Therezinha Saraiva, jornalistas.)
Local:
Rio de Janeiro, RJ
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12/11/1976 |
Prefeito
Marcos Tamoyo convoca todo o estado maior da educação
para divulgar os benefícios que serão conferidos
ao professorado da rede municipal de ensino: gratificação
para o pessoal do magistério que atua em local de difícil
acesso ou inóspito( 10% ); gratificação
por regência ininterrupta de turma (20%). Diz que as
medidas entrarão em vigor a partir de março
de 1977 e faz um resumo dos feitos da administração:
reformas e construção de escolas
(240 em um ano e meio).Faz um paralelo entre o que recebem
os garis e o que recebiam os professores. Informa que vai
sindicalizar cerca de 7.500 funcionários da COMLURB.
Denuncia o populismo na campanha dos vereadores: "Mentirosos
que prometeram dar feijão." "A atividade
do vereador é coloquial, de esquina, de bairro." |
Educação,
gratificações ao magistério, construção
de escolas, garis. |
| 243 |
Prefeito
Marcos Tamoyo decreta 3 dias de luto pela morte de Carlos
Lacerda.
(Decreto de três dias de luto pela morte do ex-governador
do estado da Guanabara, Carlos Lacerda.
Expositor: Prefeito Marcos Tamoyo).
Local: Rio de Janeiro, RJ. |
21/05/1977 |
Discurso
do prefeito Marcos Tamoyo "A cidade do Rio de Janeiro
perdeu hoje um dos seus filhos que mais fizeram por ela. Decretei
luto oficial por três dias como a maior homenagem que
a lei me permite fazer a Carlos Lacerda. Considero - me um
privilegiado por ter trabalhado com ele na administração
desta terra carioca. Convivi sem dúvida alguma com
um dos homens mais inteligentes, mais preparados e mais corajosos
que já conheci. Por muitos e muitos anos o que ele
fez nesta cidade servirá de exemplo para os seus sucessores
e para os seus utilizadores. Como homem carioca indiscutivelmente
poucos ficarão acima dele.” “Como amigo
e como admirador que fui de Carlos Lacerda, sinto a sua passagem
e a sua perda. Ele foi para mim uma escola e para o homem
público do estilo que ele foi e no estilo em que ele
exerceu as suas funções o seu saldo é
positivo. Parcelas negativas na vida pública todos
carregam, o importante é deixar um saldo positivo." |
Homenagem,
homem público. |
| 387 |
Assinatura
do Decreto de 01/10/1980 sobre a Exigência de Frota
Mínima de 120 Ônibus por Empresa Particular
- lado 2
Assinatura
de decreto que normatiza o transporte urbano no Rio de Janeiro
Expositores:
Prefeito Júlio Cutinho
Local:
Rio de Janeiro - RJ
Duração:
10 minutos
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29/01/1981 |
Cerimônia
da assinatura do Decreto que fixa a frota mínima das
permissionárias do serviço de transporte coletivo
por meio de auto–ônibus e que será assinado
pelo prefeito. Júlio Coutinho inicia dizendo que estavam
reunidos mais uma vez no Palácio da Cidade para juntos
presenciarem a conclusão do resultado de um trabalho
profundo, intenso, longo e muito importante para o município
do Rio de Janeiro, que é o decreto que ele assinou
relativo ao transporte urbano de ônibus no Rio de Janeiro.
Fala que o trabalho foi feito dentro da mais elaborada técnica
de transportes rodoviários que existe e em conjunto
com os empresários do setor e com representantes das
categorias profissionais interessadas e envolvidas no assunto.
Ressalta que dentro do espírito de diálogo e
da concepção do objetivo comum, chegou-se àquela
conclusão. Cita que os objetivos que tinha em vista
desde o princípio eram muito simples e extremamente
importantes. Diz que o grande objetivo de todo o trabalho
era o entrosamento do setor de transportes urbanos de ônibus
com o sistema de metrô e que dentro desse grande objetivo
existiam outros objetivos paralelos tais como: a criação
no município de zonas preferenciais, dentro das quais
haverá um mesmo número de veículos a
ser desenvolvido durante um ano pelas empresas e a verificação
de tarifas. Fala que um processo de elevação
do número mínimo de ônibus nas frotas
dentro das zonas preferenciais com o objetivo de redução
de tarifa estava em andamento. Destaca que pretende a otimização
do sistema de transportes de ônibus urbanos e, a partir
desse princípio de otimização, evitar
superposição, evitar ociosidade e melhorar o
desempenho das grandes empresas de ônibus do município.
Fatos que conseqüentemente reduziriam as tarifas através
do aperfeiçoamento dos serviços de transporte
e do pensamento comum, tanto dos empresário quanto
da administração, de transferir o resultado
da redução das tarifas para os usuários.
Destaca que esse terceiro objetivo é muito importante
por fazer com que o usuário se utilize de um sistema
aperfeiçoado de transporte rodoviário e se beneficie
também do resultado da melhoria do desempenho do sistema
com a conseguinte redução de tarifa. Enfatiza
que esse é o resultado mais importante que se alcançou
com transporte urbano nos últimos anos. Afirma que
tem muita esperança de que seu pensamento seja coroado
de êxito, que conta com a colaboração
dos empresários e da comunidade, que deverá
inclusive entender qual será a nova temática
do sistema de transportes rodoviários urbanos. Ressalta
que com muito otimismo, muita confiança e muita esperança
reunia empresários e administradores para a realização
do ato simbólico que concretizava meses de entendimentos,
de estudos e de trabalho. Congratula-se com toda a administração
da Secretaria de Obras e com a comunidade empresarial do Sistema
Rodoviário Urbano do Rio de Janeiro que entendeu o
objetivo e ajudou com comentários e sugestões
que permitem encarar o futuro que se aproxima com muito otimismo
|
Vias
preferenciais, redução de tarifas, decreto,
empresários, comunidade, Sistema Rodoviário
Urbano |
| 402 |
Assinatura
do Decreto de Regulamentação das Feiras Livres
Solenidade de leitura do Decreto de Regulamentação
das Feira Livres
Expositores: Presidente da Assembléia
Legislativa do Estado do Rio de Janeiro, Jorge Leite, prefeito
Júlio Coutinho
Local: Rio de Janeiro - RJ
Duração: 25 minutos
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07/08/1981 |
O
presidente da Assembléia Legislativa do Estado do Rio
de Janeiro - Jorge Leite, elogia o prefeito por assinar um
decreto que ajuda a humanizar o município. Diz que
o prefeito olha com carinho e respeito o trabalho dos feirantes
e que o governador Chagas Freitas, o deputado Miro Teixeira,
e outros deputados e vereadores apóiam o decreto. Jorge
Leite diz, ainda, que o decreto dá legitimidade e reconhecimento
aos feirantes e enumera as dificuldades enfrentadas pelo prefeito
para administrar a cidade, mas elogia sua capacidade de superá-las
com muita dedicação e trabalho. Faz-se a leitura
das disposições do decreto: “ O prefeito
da cidade do Rio de Janeiro no uso de suas atribuições
legais, e tendo em vista o que consta do processo nº
0418 de 81 decreta: Artigo 1º: O artigo 17 do regulamento
nº 24,do exercício de comércio em feiras
livres, da consolidação de posturas municipais
com a redação que lhe foi dada pelo decreto
2257 de 27/08/79 fica acrescido do seguinte parágrafo:
Artigo 17 parágrafo 6º: O comércio código
12 (balas e biscoitos) é permitido também na
8ª e 23ª Regiões Administrativas. Artigo
2º: Fica prorrogado para os feirantes que exerçam
o código de comércio 12 (balas e biscoitos)
até o dia 15 de setembro do corrente ano o prazo a
que se refere o parágrafo 3º do Artigo 13 do regulamento
nº 24. Artigo 4º: A preferência na concessão
de transferência para as feiras localizadas na 8ª
e 23ª Regiões Administrativas para o comércio
a que se refere o parágrafo 6º do Artigo 17 do
Regulamento nº 24 será do feirante que nela já
tenha trabalhado e dela tenha se transferido por força
de imposição legal. Artigo 5 º: Desde que
as solicitações contenham uma finalidade ou
um cunho social flagrante, fica o secretário Municipal
de Fazenda autorizado a promover permutas nas feiras livres
abrangidas pelo artigo 11 do Regulamento nº 24, quando
a medida não atentar contra o espírito que rege
o citado dispositivo. Parágrafo Único: A competência
prevista neste artigo é indelegável. Artigo
6º: Este decreto entrará em vigor na data de sua
publicação, revogadas as disposições
em contrário. Rio de Janeiro 7 de agosto de 1981, 417º
ano de fundação da cidade. Júlio Coutinho,
Joaquim Torres Araújo, Carlos Alberto de Carvalho,
José Maria da Mota, Vicente de Paula Barreto, Dulce
Serrano Ribeiro Vereza, Paulo César Catalan, Renato
da Silva Almeida, Raimundo Moreira de Oliveira. O prefeito
Júlio Coutinho afirma que aquele dia é muito
importante por reunir os feirantes e os políticos que
contribuíram na formulação do decreto.
Diz que atendeu a uma reivindicação dos feirantes
e que pretende continuar trabalhando para melhorar as condições
de trabalho deles. Ressalta que as feiras têm que ser
boas para os feirantes, para a ordem da cidade e para a população
em geral. Por fim, agradece a presença de todos e deseja
que o decreto seja útil e um ponto importante de paz,
felicidade e sucesso. |
feiras
livres, regulamentação, decreto, comércio
de balas e biscoitos |
| 412 |
Sanção da Lei que Beneficia a Classe de Auxiliares
de Transportes Urbanos
Tipo de entrevista, evento ou tema: Sanção
de Projeto de Lei, da autoria do vereador Ivo da Silva,
que beneficia motoristas e cobradores de ônibus
Expositores: Vereador Ivo da Silva, vereador Edgard de Carvalho,
prefeito Júlio Coutinho
Duração: 25 minutos
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A lei autoriza
o Poder Executivo a extinguir a carteira de auxiliar para o
serviço de transporte coletivo de passageiros. O vereador
Ivo da Silva diz que o Projeto de Lei de sua autoria tem como
objetivo beneficiar os motoristas e cobradores de transportes
coletivos da cidade. Ele considera que o excesso de documentação
é desnecessário e que por já ter sido cobrador,
motorista e inspetor sabe como o excesso de documentos atrapalha
os trabalhadores. Ele fala que a lei é uma vitória
dos trabalhadores e agradece ao prefeito, ao governador e à
bancada do PP na Câmara Municipal. O vereador Edgard de
Carvalho se sente honrado por participar da solenidade que corresponde
a um anseio dos trabalhadores de transportes urbanos. Elogia
o autor da lei, Ivo Silva, e o prefeito Júlio Coutinho
que teve sensibilidade para sancionar a lei. Também considera
que esta lei é uma vitória dos trabalhadores e
os elogia. Diz que aquele é um dia em que mais uma vitória
dos trabalhadores foi conquistada. O prefeito Júlio Coutinho
fala que o Palácio da Cidade é o palácio
do povo e que o decreto é importante para os trabalhadores
e para a modernização dos transportes coletivos
do Rio de Janeiro. Ele se sente satisfeito por ter dado um passo
para a humanização dos transportes no Rio. Elogia
o vereador Ivo da Silva, autor do Projeto de Lei sancionado,
e elogia a atuação de outros vereadores do seu
partido pelo auxílio que deram para a aprovação
do projeto na Câmara. Ressalta a importância da
desburocratização, e diz que o trabalhador só
precisa ter a carteira de trabalho. Diz que a intenção
da Prefeitura é humanizar e melhorar a qualidade dos
transportes urbanos da cidade. Ele explica que diminuiu o número
de empresas de ônibus do município, mas em compensação
as que continuaram existindo foram obrigadas a ter no mínimo
120 carros. Atualmente existem 37 empresas, ao invés
das 53 que existiam anteriormente. Pede que os vereadores continuem
ajudando para que a Prefeitura consiga melhorar a qualidade
de trabalho e de vida da população. Agradece a
presença de todos e deseja felicidades |
Carteira
de auxiliar, transporte, Projeto de Lei |
| 415 |
Assinatura
do Decreto Lei Desapropriando Terreno no Morro da Baiana para
a Construção de Caixa D’água.
Lado A.
Tipo de entrevista, evento ou tema: Cerimônia pública
de apresentação do Decreto que impediu o despejo
das famílias do morro da Baiana.
Expositores: Clóvis da Silva, presidente do Centro
Comunitário do Morro da Baiana, Jonas Rodrigues, presidente
da FAFERJ/ Federação das Favelas do Estado do
Rio de Janeiro, Vicente Barreto, secretário Municipal
de Desenvolvimento Social, vereador Tobias Luiz
Duração: 30 minutos
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13/01/1982 |
Começa-se
com a leitura do Decreto. Clóvis da Silva, presidente
do Centro Comunitário do Morro da Baiana elogia o prefeito
Júlio Coutinho porque sempre atende bem aos moradores
do morro. Elogia aos demais políticos presentes à
cerimônia. Diz que está muito feliz com este decreto
que vai facilitar a vida dos moradores do morro. Jonas Rodrigues,
presidente da FAFERJ/ Federação das Favelas do
Estado do Rio de Janeiro diz que a FAFERJ representa 2,5 milhões
de favelados. Elogia a atuação do prefeito nas
favelas, evitando que os moradores fossem despejados. Fala que
o processo de desapropriação começou no
Vidigal e que o prefeito já fez várias desapropriações
por interesses sociais. Elogia o deputado Aloísio Gama.
Menciona que os governos estaduais e municipais se empenharam
em garantir iluminação nas favelas. Vicente Barreto,
secretário Municipal de Desenvolvimento Social, fala
que aquele era um dia muito importante para todos porque o prefeito
estava dando continuidade a um programa da governo. Afirma que
a Prefeitura evitou que os moradores da favela fossem despejados,
que o lema da Prefeitura é lutar, não com palavras,
mas com ações, não com promessas, mas com
realizações. Ressalta que aquele é apenas
o início de uma caminhada e que o objetivo é a
melhor qualidade de vida da população. O vereador
Tobias Luiz elogia o secretário Vicente Barreto que -
junto com o prefeito, o deputado Aloísio Gama e os moradores
- evitou o despejo no morro da Baiana. Comemora o fato do morro
já ter iluminação e ter verba para a construção
da caixa d’água. Elogia o governo e a Prefeitura
que cumprem suas promessas de colocar o homem em primeiro lugar.
Elogia o secretário Municipal de Saúde por dar
atenção às áreas carentes. Ele menciona
os postos de primeiros socorros instalados recentemente em comunidades
carentes. O vereador também elogia o secretário
de Educação por manter o programa de merenda escolar
nas férias. Por fim, faz elogios ao prefeito e ao governador
e diz que as favelas serão transformadas em bairros.
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Elogios,
despejo, favela, desapropriação, interesse social
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| 425 |
Professores
e diretores agradecem Decreto de Enquadramento nº 3639
- lado 2.
Assinatura do Decreto de Enquadramento com a presença
dos professores.
Expositores: Vereador Tobias Luís, prefeito Júlio
Coutinho.
Local: Rio de Janeiro - RJ.
Duração:
28 minutos.
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20/08/1982 |
O
vereador Tobias Luís fala sobre o enquadramento e sobre
os percalços que encontrou na Secretaria de Educação
e na de Administração. Diz que os diretores
estavam no limbo, ou seja, nem no céu nem no inferno.
Fala que o Decreto 3639 trouxe para o sub-grupo 7 a chegada
da Supervisão Educacional e discorre sobre os 3 itens
que possibilitariam o enquadramento também das diretoras
e daria sustentação às orientadoras,
supervisoras e funcionárias. Diz que os problemas de
níveis e referência seriam corrigidos dali para
a frente. Elogia a Jorge Leite (deputado) e ao prefeito Júlio
Coutinho. Menciona que estavam vendo no horizonte os algores
da vitória e diz que o lema “O homem está
e deve ficar por cima de qualquer objetivo”, era subscrito
por Chagas Freitas, Júlio Coutinho e pelo PMDB. O prefeito
Júlio Coutinho fala que estava com a voz embargada
e emocionado. Menciona que em casa ou nas escolas sempre é
importante o diálogo para chegar ao cume, e que estava
falando em tom de conversa, não de discurso. Ressalta
que sempre se mostrou receptivo e tratou com justiça
as questões expostas pelas comissões que passaram
pela assembléia. Destaca que administra a maior cidade
do Brasil e que há uma concentração de
impostos na Receita Federal, pois de 100 % do pagamento de
impostos só 5 % ficam no município e isso não
podia acontecer pois a estrutura federativa é sustentada
pelos municípios. Empreende uma comparação
entre Rio e Niterói onde, segundo ele, acontecia uma
crise administrativa sem igual. Conta que as contas da Prefeitura
estavam em dia e isso gerava uma ambiente para melhorar a
máquina administrativa e aumentar a arrecadação
pois se deu margem para resolver problemas internos, 30 %
a mais que tinha sido previsto. Diz que se sente pessoalmente
motivado porque estudou em escola pública e sempre
teve muito respeito pelos professores. Fala que é professor,
que fez mestrado e doutorado nos Estados Unidos, e que começou
seus estudos em uma escola municipal. Enfatiza que pretende
valorizar a profissão de professor, porque os mestres
desempenham um papel fundamental na sociedade. Pede para cumprimentar
as professoras uma a uma na saída. Finaliza confirmando
que está muito feliz por realizar aquela cerimônia
no dia do seu aniversário. Todos cantam “parabéns
pra você” para o prefeito. |
Enquadramento,
impostos, professores. |
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